sábado, 31 de dezembro de 2011

Onde começa o ano novo?


Tome um tempo para você! Coisas novas somente são duradouras quando são gestadas dentro de nós com paciência, fé, perseverança e firmeza! São coisas que levam tempo e possuem altíssimo preço! Por isso, quero lhe fazer um pedido: não se apresse em tomar novas decisões! Aprenda a gestá-las dentro de você, pois é no coração de cada um de nós que o bem é cultivado para se tornar realidade!
Estamos num mundo apressado demais e você e eu temos tudo para sofrer grandes decepções se não soubermos deixar que o bem crie raízes fortes, longas e firmes dentro de nós!
Por favor, medite sobre isso. A Família JULINSC deseja à todos e todas um feliz Ano Novo, começando dentro de você!

Elizângela Assessora de Comunicação 

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Ano novo, vida nova



Já estamos quase adentrando o ano novo, e como todos nós sabemos: ano novo, vida nova. Não dá para levarmos pendências de um ano para o outro; pelo contrário, precisamos resolvê-las. Deixemos para trás as coisas velhas para acolhermos as novidades que Deus tem para cada um de nós.
Ontem, durante o programa “O Amor Vencerá”, eu fiquei muito tocada quando estávamos rezando e o Senhor falou-nos que não podíamos atravessar o ano com pendências.
Façamos hoje, ao longo do dia, um exame de consciência sob a luz do Espírito Santo, para que tudo se faça novo na nossa vida e recebamos os cumprimentos das promessas do Senhor, como ocorreu com Simeão: “O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão veio ao templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a lei ordenava, Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: ‘Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; porque meus olhos viram a tua salvação’” (Lc 2,25-30).
Obrigada, Senhor, porque cumpres as Tuas promessas na nossa vida e nossos olhos podem ver Tua salvação.
Jesus, eu confio em Vós


Elizângela assessora de comunicação 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Simbolos do Natal

A árvore natalina é simbolizada por um pinheiro enfeitado de luzes e de bolinhas vitrificadas coloridas, e para os cristãos e reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida.
Uma a lenda conta que havia três árvores próximas aos presépios: uma oliveira, uma tamareira e um pinheirinho, que desejavam honrar o recém-nascido. A oliveira ofereceu suas azeitonas, e a tamareira suas tâmaras, mas o pinheirinho não tinha nada a ofertar. Lá do alto, as estrelas desceram do céu e pousaram sobre os galhos do pinheirinho oferecendo-se como presente.
A tradição da árvore é bem antiga (segundo e o terceiro milênio A.C.), quando povos indo-europeus consideravam as árvores uma expressão da energia de fertilidade da Natureza, por isso lhes rendiam culto. A civilização egípcia considerava a tamareira como árvore da vida e a enfeitava com doces e frutas para as crianças. Na Roma Antiga, os romanos penduravam máscaras de Baco, o deus do vinho, em pinheiros para comemorar uma festa chamada "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal. Na Mitologia Grega, as árvores eram utilizadas para reverenciar deuses. Elas representavam as possibilidades de evolução e elevação do homem e eram consideradas intermediárias entre o céu e a terra. Na China, o pinheiro simboliza a longa vida e, no Japão, a imortalidade.
O carvalho foi, em muitos casos, considerado a mais poderosa das árvores. No inverno, quando suas folhas caíam, os povos antigos costumavam colocar diferentes enfeites nele para atrair o espírito da natureza, que se pensava que havia fugido.
A atual árvore de Natal aparece na Alemanha, no século XVI e, no século seguinte, são iluminadas com velas. No século XIX, em 1837, a esposa alemã do duque de Orleans introduz este costume na França. Ainda no século XIX, a tradição chegou à Inglaterra e a Porto Rico. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha pelo mundo, inclusive em países não-cristãos. No século XX, torna-se tradição na Espanha e na maioria da América Latina.


Em muitos países, durante o advento, se faz com ramos de pinheiro uma coroa ou guirlanda com quatro velas para esperar a chegada do menino Jesus., Estas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. No primeiro domingo deste tempo litúrgico, acende-se a primeira vela que simboliza o perdão a Adão e Eva. No segundo domingo, a segunda vela acesa representa a fé. A terceira vela simboliza a alegria do rei David, que celebrou a aliança e sua continuidade. A última vela simboliza o ensinamento dos profetas.
Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da Cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Lembramos também da remota festa pagã do Sol Invencível dos romanos (Dies solis invicti), celebrada na noite do solstício de inverno, em 25 de dezembro. Os cristãos transformam-na na festa da luz que é Cristo. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. Para o cristão, as velas simbolizam a fé, o amor e a vida.

                           
As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. O sino simboliza o respeito ao chamado divino e representa o ponto de comunicação entre o céu e a terra. Remete ao ambiente rural, o tempo da igreja matriz e seus sinos e toques de aviso e de convocação para a vida e para a morte.
                                          

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Chamados ao verdadeiro amor!

200309luzia_gO ser humano, enquanto imagem de Deus, é criado para amar. Esta verdade foi-nos revelada plenamente no Novo Testamento, juntamente com o mistério da vida intratrinitária: ‘Deus é amor’ (I Jo 4,8) e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-a à sua imagem, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação, e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão. O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação do ser humano . Todo o sentido da própria liberdade, do autodomínio conseqüente, é assim orientado ao dom de si na comunhão e na amizade com Deus e com os outros” (João Paulo II - Sexualidade Humana).
O Evangelho de São João nos faz este apelo: ”O que vos ordeno é que vos ameis uns aos outros”! (Jo 15,17).
Fomos criados para amar! Amar implica aceitar uma comunhão de sincera amizade e gratuidade. Amar é tornar-se vulnerável, pequeno… é colocar-se à disposição para acolher o outro no dom de si mesmo, na riqueza de sua própria pessoa, assim como na sua pobreza e fragilidade!
Esta comunhão é o dom da comunidade, é o dom de pertencermos um ao outro, de sermos responsáveis e ‘amigos’ (cf. Jo 15,15) uns dos outros!
Façamos, hoje, um gesto concreto de amor ao próximo, como o próprio Cristo nos ensinou!
Jesus, eu confio em Vós!

Walison assessor de comunicação

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Você sabe fazer uso da sua liberdade?



Muitas pessoas se perguntam: Por que estou sofrendo?
Estamos neste mundo de passagem e o nosso caminho é semelhante ao de Jesus: Caminho de cruz, porque o discípulo não é maior do que o Mestre, como nos ensinam as Sagradas Escrituras.
Mas nós precisamos atentar para uma realidade: muitos dos nossos sofrimentos são fruto do mau uso da nossa liberdade e escolhas equivocadas. Costumamos fazer muitas coisas que nos vêm à cabeça, muitas vezes, sem pensar nas consequências das atitudes tomadas.
Deus nos dá a liberdade de escolha, porque nos ama, por isso nos deixa livres. O homem é senhor da sua liberdade; mas nem sempre sabemos fazer as escolhas certas, porque somos limitados. Razão pela qual precisamos tomar consciência de que sozinhos não somos capazes de conduzir a nossa vida.
Coloquemos nossa vida nas mãos de Deus, para que Ele nos aponte o caminho a ser tomado. Dessa forma, não correremos o risco de nos perder em meio às decepções e adversidades do dia a dia e de nos tornar pessoas incrédulas e distantes de Deus Pai.
Rezemos com o salmista: “Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo” (Sl 79, 8).
Jesus, eu confio em Vós! 

Walison assessor de comunicação